segunda-feira, 16 de julho de 2018



A Reciprocidade...
Em conversa telepática com meu mentor espiritual o grande Clement. Ele me falou que o universo e recíproco 
Tudo que e todos os seres e ações elétricas geram reciprocidade. Em estudo ao livro OS ESSÊNIOS E OS MANUSCRITOS DO MAR MORTO. DE FERNANDO MORETTI em uma conversa do historiador Flovio Josefo com Jesus o Cristo em Qunram aldeia essência veja as perguntas.
Josefo...Explique como os valores sociais provem das leis naturais e cósmica. Como a caridade ou o amor ao próximo pode ser a regra e a aplicação disto? 
Jesus...
Por causa da igualdade e reciprocidade, pois ao prejudicar o outro nós damos a ele o direito de nos prejudicar também; assim, ao prejudicar a vida do nosso próximo ,colocamos em risco nossa própria vida sob o efeito da reciprocidade ; por outro lado , fazer o bem aos outros , temos a oportunidade e o direito de esperar um retorno equivalente; assim é a natureza de todos os valores sociais. Muito úteis a quem as prática , pelo direito de reciprocidade que os beneficia. 
Josefo...
Então a caridade nada mais é que justiça? 
Jesus o Cristo...
Sim , é só justiça: com a pequena diferença de que na justiça equivale dizer: "não faça ao outro o que deseja que façam a você";e na caridade ou amor ao próximo equivale dizer :"Faça ao outro o bem que você desejaria receber deles".
Josefo...
Devemos perdoar as ofensas? 
Jesus o Cristo...
Sim , quando o perdão implica preservação da vida.

segunda-feira, 18 de junho de 2018

Projeto Excursão das Artes - Índios Xucurú

O Projeto excursão das artes tem como meta divulgar novos valores artísticos , e por meio de telas apresentar a historia do agreste Pernambucano , quando este era formado por três estados , Alagoas , Paraíba , e Pernambuco . Em 1817 Pernambuco Proclamou sua independência por 74 dias do Brasil.


A nossa primeira independência

Há 199 anos, em 6 de maio de 1817, pernambucanos formaram o primeiro governo livre brasileiro
Quando chegou ao quartel do Regimento de Artilharia, no bairro de Santo Antônio, por volta das 13h de 6 de março de 1817, o brigadeiro português Manoel Barbosa não poderia imaginar que logo estaria morto. E, menos ainda, que o seu passamento daria início a um movimento político capaz de influenciar os rumos das histórias de Portugal e do Brasil.
Pela manhã, Barbosa recebera do governador Caetano Pinto Montenegro a incumbência de prender alguns oficiais brasileiros da Artilharia, sob seu comando, acusados de conspirar pela independência do país. Já o brigadeiro Moscoso, comandante do Regimento de Infantaria, sediado em Olinda, deteria os seus subversivos, enquanto o marechal José Roberto Pereira faria os mesmo com os líderes civis da pretensa intentona. Os outros dois cumpriram as suas tarefas sem dificuldades. Só Barbosa deu azar. Em grande parte, por culpa dele mesmo.
O fato é que o brigadeiro se achava muito valente. Moscoso, por exemplo, mandou seus oficiais se apresentarem no Forte do Brum, sem lhes dizer o motivo. E, lá chegando, eles foram detidos. Barbosa, não. Ele quis prender os acusados na frente da tropa, para mostrar quem era o galo que cantava naquele terreiro. Aí, lascou-se. O capitão José de Barros Lima, apelidado de “Leão Coroado”, por ser muito valente e careca no topo da cabeça, porém com longos cabelos nos lados, parecendo uma juba, não acatou a ordem de prisão. Em vez disso, sacou espada e varou, de um lado para o outro, a barriga de Barbosa. E a revolução, planejada secretamente pelos maçons para rebentar daí a um mês, na Semana Santa, simultaneamente em Pernambuco, no Rio de Janeiro e na Bahia, nasceu de forma prematura no Recife.
Do quartel da Artilharia, o movimento ganhou as ruas de Santo Antônio, habitado pelos recifenses pobres e remediados (os ricos preferiam a Boa Vista). E invadiu o antigo bairro do Recife, onde ficava o porto e vivia a grande colônia portuguesa.
No dia seguinte, o governador, que se asilara no Forte do Brum, capitulou. E os pernambucanos, reunidos no velho prédio do Erário, que fica onde é hoje o Palácio do Campo das Princesas, formaram o primeiro governo do povo brasileiro livre.

Democracia dos maracatus

Do novo governo, que era colegiado e provisório — funcionaria até que houvesse eleições livres, também pela primeira vez, no país –, fazia parte o comerciante Domingos Martins, o padre João Ribeiro, o senhor de engenho Manoel Correia de Araújo, o advogado José Luiz Mendonça e o capitão Domingos Teotônio Jorge. Já o trabalho administrativo ficou a cargo de três religiosos: Padre Miguelinho, Frei Caneca e Vigário Tenório.
Então, o povo começou a festejar. Os maracatus, ou “batuques de negros”, que estavam proibidos, foram liberados. E motivos para comemoração não faltaram, nos dias seguintes. O governo revolucionário foi logo extinguindo as distinções sociais. Todos passaram a se tratar de “vós” e “patriota”, equivalentes, hoje, a “você” e “companheiro”. Também comprou alimentos em grosso para revender, assim evitando a especulação dos comerciantes portugueses, dentre estes o Capitão -mor Antonio dos Santos Coelho que era o homem mais rico de Pernambuco, monopolizavam o comércio; reduziu impostos; e criou a primeira polícia nacional, que garantiu, de fato, a segurança pública, por algum tempo.
O casamento do governador Domingos José Martins com a jovem Maria Teodora, cujo namoro era proibido há quatro anos, porque ele era brasileiro e ela filha de um português muito rico, foi uma tremenda festança. E a bênção da bandeira — a
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zul e branca, com um sol, um arco-íris e três estrelas, representando, além de Pernambuco, a Paraíba e o Rio Grande do Norte, que também haviam se rebelado — foi outra. Mas toda essa alegria durou pouco.
Já no dia 11 de abril uma esquadrilha portuguesa bloqueou o Porto do Recife, e a fome começou a acirrar os ânimos contrários, pois em Pernambuco só se plantava cana e algodão.É uma honra falar da historia pernambucana e Alagoana , como também  a Paraibana no projeto Excursão das artes. mais uma vês sou muito a Gemeson Espíndola Xucuru por ter cedido seu  acervo de fotos. 
Exposição em São bento do Una Escola Rodolfo Paiva
Exposição na Escola Jornalista Manoel Amaral em Lajedo





quarta-feira, 13 de junho de 2018

Projeto Livro na Mesa


Desde minha adolescência sonhava em criar uma associação então em novembro de 2014 eu e um grupo de guerreiras fundamos a Associação as Forças do Bem , alem de trabalharmos com trabalhos sociais , divulgamos a cultura e por meio do Museu do Homem do Campo arquivamos a historia do Brasil. O Projeto Livro na Mesa teve como meta trocar livros didáticos  por alimentos para que alunos pudessem  ter livros de qualidade e as famílias filiados a AFDB pudessem  ter alimentos.

https://www.facebook.com/Museu-Do-Homem-Do-Campo-105627843122914/
https://www.facebook.com/LajedoForcasBem/

segunda-feira, 4 de junho de 2018

20180604 145208


 Estudo sobre o Quadro Embalsamamento de Tutankamom.do Artista Plástico Maxuel Rodrigues.
https://www.facebook.com/EscritorioDeArtesMaxuelMoraes/

terça-feira, 29 de maio de 2018

16 SEMANA DOS MUSEUS #semanamuseu2018

Do dia 19 ao dia 25 de Maio de 2018 realizou-se na Escola Jornalista Manoel Amaral a 16 semana dos museus uma parceria do Escritório de Artes Maxuel Rodrigues e do Museu do Homem do Campo com a Comunidade Anglicana Brasileira.Com esta exposição  inicia-se o percurso das 184 cidades de Pernambuco que o projeto visa visitar em 10 anos com uma media  de 18  visitas , exposições por ano  em 2019. Em 2018 faremos apenas 7 exposições com o intuito de melhorar o plano de negócios do Projeto Excursão das Artes  , e analisar a logística do Projeto.
Logomarca Projeto Excursão das Artes(Arte Gráfica John Wesley).
Entrevista do Artista Plástico Maxuel Rodrigues na radio Lajedo FM no Programa de Francisco Neto Dia 15/05/2018 Lado esquerdo de camisa azul historiador Valdeci Rocha Lado direito de camisa marrom Historiador e escritor Paulo Henrique Dias Presidente do Museu Lajedense Adolfina Pacheco de Sá.
Entrevista do Artista Plástico Maxuel Rodrigues  ,do historiador Valdeci Rocha do sacerdote Anglicano Ivaldo Izaias Panta e professor e do historiador e escritor Paulo Henrique Dias.Na radio Lajedo FM no Programa do radialista Francisco Neto(da esquerda para direita Artista Plástico Maxuel Rodrigues camisa verde claro,historiador Valdeci Rocha  camisa azul, Sacerdote Anglicano e professor Ivaldo Izaias Panta de jaqueta e Camisa Vermelha ,ao seu lado de camisa listrada o radialista Francisco Neto  e por ultimo a direita historiador e escritor Paulo Henrique Dias de camisa marrom).       
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Participante da exposição de arte da 16 semana dos museus Ever romano (Everaldo Romano)

Participante da exposição de arte da 16 semana dos museus Professor Antonio Vilela de Souza (Historiador do cangaço no agreste Pernambucano)



Participante da exposição de arte da 16 semana dos museus Artista Plástico Wanderson Carrerinha.






Participante da exposição de arte da 16 semana dos museus Poeta Wilson China.






Obra da artista plástica Lajedense Tatiane Artista Plástica participante da 16 semana dos museus.
Artista Plástico Maxuel Rodrigues ,Presidente da Associação as Forças do Bem órgão    mantenedor do Museu do Homem do Campo e curador da exposição da 16 semana dos museus do citado museu.
Obra de arte da artista plástica Lajedense Tatiane.
Obra da artista plástica Lajedense Tatiane.

O projeto excursão das artes tem o apoio cultural de:https://app-vlc.hotmart.com/products/view/df95066a-dc34-49c5-957e-8ba5b501d517
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Obra da artista lajedense Tatiane.



Obras do artista plástico Wanderson Carrerinha.


Obras do artista plástico Wanderson Carrerinha

  
                                               
                                                                 



Artista plástico Wanderson Carrerinha usa dois estilos de pintura o nainf e o paisagismo.Uma ótima opção para quem quer iniciar com colecionador de arte ou como investidor no mercado de arte.Preço de suas obras 121,11 R$ . Escritório de Artes Maxuel Rodrigues tem mais produtos culturais do artista plástico Wanderson Carrerinha. todos as obras com certificado de autenticidade.
Artefato indígena  da não indígena truka Coleção do artista plástico Maxuel Rodrigues
Quadro índio kapinawá do artista plástico Maxuel Rodrigues ... O mencionado Artista esta fazendo uma pesquisa sobre as 184 Nações indígena Brasileira e seus idiomas que tornarão-se em 184 telas para os apaixonados por arte poder colecionar, e ou investir em arte.Preço:800,00
Abaixo do quadro fotografias dos índios xucuru da serra do aroruba em pesqueira e da vila de cimbres  (fotos do amigo Generson Xucuru) um estudo sobre a colonização do agreste Pernambucano e sobre o senhor Antonio dos Santos Coelho ( Capitão-Mor Antonio Coelho) que o artista vem fazendo para transformar a historia do agreste em telas.
Quadro do Artista Plástico Maxuel Rodrigues.
Titulo:Retrato do faraó Aknatom faraó Egípcio que instituiu o culto ao Deus único da XVIII dinastia , o mencionado faraó foi pai de varias filhas era apaixonado por sua esposa Nerfertyty  e cuidou apenas dos aspectos religiosos do seu pais , ficando a gestão do pais por conta de sua esposa .Foi assassinado por   artista e sacerdotes pois o mesmo fechou todos os templos que adoravam a vários Deuses e mudou o estilo artístico do Egito , Gerando rancores por parte de artistas e sacerdotes. Durante Uma invasão de sacerdotes e artistas a Aktaton a cidade erguida por Aknatom para morada dos nobres uma flor do lótus envenenada Tirou a vida de Nerfertyty o que levou o Faraó a depressão , o que facilitou a entrada do exercito dos sacerdotes que matarão Aknatom e todos os abitantes da sua jovem cidade.,Preço da obra 550,00 estilo Nainf.

Obra do artista plástico Maxuel  Rodrigues Retrato da Rainha Faraó  Nerfertyty esposa de Aknatom . Como Aknatom decidiu administra a religião Egipcia Nerfertyty ficou com a administração  pública,o que fer com grande exito.    
Titulo da obra : Cavalos
Artista Plástico Ever Romano. (Everaldo Romano)
Preço da obra 2.111,00 R$  



segunda-feira, 12 de junho de 2017






GALVANI E A ELETRICIDADE ANIMAL

 Disponível aqui. 
LUIGI GALVANI (1737 - 1798)

A época datada por volta do século XVIII foi de grande importância para a área da eletricidade, pois nesse período, pesquisas realizadas por grandes estudiosos foram essenciais para que as primeiras noções sobre os fenômenos elétricos fossem surgindo. Nessa época Franklin especifica a noção de carga elétrica e Coulomb elabora a lei do quadrado do inverso das distancias para interações entre cargas elétricas, contribuindo para a evolução dos estudos na área da eletricidade. Foi nesse período de grandes avanços que Galvani se inseriu, e teve como sua teoria principal a "eletricidade animal", porém, para abordá-la, primeiramente temos que entender as condições que proporcionaram o seu surgimento.
Luigi Galvani nasceu em Bolonha, na Itália no ano de 1737. Antes dos fenômenos elétricos despertarem seu interesse, ele cursou Filosofia e Letras e mais tarde se formou em medicina e trabalhou como professor de anatomia e obstetrícia.

Em 1756, durante seus estudos, acontece o seguinte acontecimento relatado abaixo:

" Tendo dissecado e preparado uma rã, coloquei-a sobre uma mesa onde se achava, a alguma distância, uma máquina eletrostática. Aconteceu por acaso, que um dos meus assistentes tocou a ponta de seu escalpelo no nervo da coxa da rã; imediatamente os músculos dos membros foram agitados por violentas convulsões", afirmou ele.


Disponível aqui.  
 Afim de estudar mais a fundo o que ele havia observado acidentalmente, ele repetiu a experiência sob outras circunstâncias. Em um dia muito tempestuoso, ele reparou que os efeitos que a eletricidade atmosférica provocara eram iguais aos provocados pela máquina eletrostática. Coisa que não pôde ser observada em um dia sem tempestades. Ele resolveu então testar uma outra situação, fixando um gancho de cobre na medula da rã, fechando o "circuito", suspendendo o gancho a uma rede de ferro, onde ele pôde observar que as violentas convulsões se repetiram. Depois, ele colocou o animal em uma placa de ferro e quando ele  encostou na placa com o gancho de cobre que estava fixo na medula do animal, ele observou que as contrações se repetiram novamente. Ele tentou repetir a experiência em outras situações, obtendo os mesmos resultados com os metais, porém quando ele utilizava materiais não condutores nada acontecia.

Desta vez ele descreve: " Levei o animal para um quarto fechado e coloquei-o sobre uma placa de ferro; quando toquei a placa com o fio de cobre, fixado na medula da rã, vi as mesmas contrações espasmódicas de antes. Tentei outros metais, com resultados mais ou menos violentos. Com os não condutores, todavia, nada se produziu. Isso era bastante surpreendente e conduziu-me a suspeitar de que a eletricidade era inerente ao próprio animal, suspeita que foi confirmada pela observação de uma uma espécie de circuito nervoso sutil (semelhante ao circuito elétrico da garrafa de Leide) fecha-se dos nervos aos músculos quando as contrações se produzem".


Essas observações o levaram a concluir que a eletricidade era inerente ao próprio corpo do animal, por isso foi denominada eletricidade animal, onde o cérebro conduzia corrente elétrica, na época chamada de fluido elétrico, para os músculos através do sistema nervoso. Essa teoria de início foi aceita e ganhou um grande numero de adeptos, causando entusiasmo inclusive em Alessandro Volta, que mais tarde viria a se tornar um dos seus maiores opositores, dizendo que na verdade o fenômeno se tratava de uma simples decorrencia de um estímulo mecânico. A partir desta teoria, Galvani estabelece ainda uma comparação com a garrafa de Leiden, sendo o nervo a armadura interna e o músculo a armadura externa.

Mais informações sobre Garrafa de Leiden, aqui.

Com essa descoberta, Galvani acreditava ter encontrado um detector muito sensível de corrente e descargas elétricas e devido a isso, em sua homenagem, o instrumento que utilizamos pra medir corrente elétrica de baixa intensidade é denominado galvanômetro.

Disponível aqui.

Galvanômetro
Certo tempo antes de falecer, Galvani fez uma viagem ao Adriático afim de estudar o comportamento dos torpedos, que são uma espécie de "peixe elétrico". Galvani acreditava que o choque provocado pelo animal era de natureza elétrica e que ele era mais intenso nos músculos do animal, Essas observações serviram para ele como outra confirmação da veracidade da sua tese sobre eletricidade animal.
Logo após essa viagem, em 1798, Luigi Galvani veio a falecer, e ao contrário do que parece, seus estudos foram de muita importância para o avanço da eletricidade.











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sábado, 10 de junho de 2017

HISTÓRIA DOS ÍNDIOS DO BRASIL.

QUADRO ÍNDIO KAPINAWÁ PERNAMBUCO:ARTISTA PLÁSTICO MAXUEL RODRIGUES




EM 1450 QUANDO UMA EXPEDIÇÃO SECRETA DAS ORDEM DOS CAVALEIROS DE CRISTO,(TEMPLÁRIOS )  CHEGARÃO AO BRASIL JÁ ENCONTRARÃO OS POVOS INDÍGENAS
MAPA DAS NAÇÕES INDÍGENAS NO TERRITÓRIO BRASILEIRO.

Com a chegada do consocio empresarial Português ao Brasil em 1500 (consocio :Portugal,Ordem de Cristo,Igreja Católica , e as Cortes Portuguesas  que constituía-se de um grupo de investidores) os primeiros índios que tiveram  contato com a embarcação de Cabral foram  os TUPINAMBÁ
FOTOGRAFIAS ÍNDIO TUPINAMBÁ
Hoje o Brasil tem uma diversidade  de povos indígenas .São 232 povos conhecidos ,com cerca de 600.000 pessoas , falando em torno de 180 línguas.Dessas , 450.000 vivem em terras indígenas e em cidades próximas , e 150.000 vivem em grandes cidades , como São Paulo ,por exemplo .Há ainda cerca de 55 povos indígena isolados vivendo em lugares desconhecidos e sobre eles não temos informações objetivas.
Em 1755 por meio de uma Bula Pontifica do Papa Benedito Papa Décimo Quatorze , proibia-se  a escravidão dos índios nativos do Brasil.
Que foi escrita assim...
Veneráveis irmãos , saúde e bênção apostólicas.
A imensa caridade do Príncipe dos Pastores ,Jesus Cristo, que veio ao mundo e se entregou a si mesmo pela redenção  do gênero humano para que os homens  alcançassem a vida eterna, nos obriga a que ,fazendo no mundo as suas vezes, posto que destituídos de merecimentos , nos inflamemos naquela ardentíssima caridade que é a todas superior para jurarmos com todo o desvelo pela nossa vida, não só pelos fiéis cristãos , mas ainda por todos os homens em geral;e suposto que, em razão da suprema administração da igreja Católica cometida ás nossas débeis forças ,nos vejamos obrigados a governar desde Roma , pelo costume e instituto de nossos preceptores ,esta Santa Sede Apostólica ,a qual concorre de todas as partes do mundo cada dia com maior frequência a república cristã a buscar oportunos e saudáveis  remédios nos seus negócios e espirituais necessidades.E posto que por isso não possamos visitar pessoalmente essas distantes e apartadas regiões  para nelas aplicarmos todo o imediato trabalho de nosso apostólico ministério e sacrificar a própria vida como  desejamos pela salvação das almas remidas com o precioso sangue de Jesus Cristo, contudo porque não é conforme a nossa intenção que nenhuma das nações que estão debaixo do céu experimente  a falta da influencia da benignidade e da providência apostólica daqui vem veneráveis irmãos a quem a mesma sede Apostólica uniu , assim para cooperar na cultura da vinha do senhor que gostosamente vos chamamos para ajudardes em parte o nosso cuidado e vigilância pontifícia , a fim de que , justamente com ela possais mais e mais satisfazer  a este grande encargo e merecer com mais facilidade a coroa que o céu destinou aos que legitimamente combatem pela causa de Deus.
Bem notório vos é quais e quantos tenham sido o trabalhos e quais e quantas as despesas que tem aplicado o feito com ânimos alegre e constante ,não só os pontífices  romanos ,nossos predecessores , mas também os  príncipes católicos mais beneméritos da religião cristã, para que os homens que viviam nas trevas da ignorância e repousavam debaixo da sombra da morte fôssem atraídos ao conhecimento da verdade eterna pelos operários evangélicos ,ora com as pregações , ora com os exemplos ,ora com os prêmios , ora com as dádivas ,ora com os benefícios ,ora com os socorros ,ora com os concelhos ,para fazerem resplandecer entre eles a luz da crença ortodoxa. Da mesma sorte vos é bem manifesto com quantas dádivas , com quantos benefícios , com quantos privilégios , com quantas  prerrogativas , se procurou sempre sucessivamente aliciar os infiéis  para que abraçassem a religião cristã e para que permanecendo nela com boas obras de piedade consigam a salvação eterna . Por isso não podemos ouvir sem dor gravíssima do nosso paternal ânimo que depois de tantas  admoestações da apostólica providência dos romanos pontífices nossos nossos predecessores e depois da publicação das constituições em que ordenamos  que se deveriam socorrer os infiéis no melhor modo ,proibindo debaixo de severíssima ,penas e censuras eclesiásticas que se lhe fizessem injúrias , que se lhe dessem açoites , que fôssem metidos em cárceres , que os sujeitassem a escravidões e que se lhes ,  maquiqua , digo se lhe maquinassem ou fosse dada a morte , tudo o referido  não o obstante  se acham ainda agora ,principalmente nessas regiões do Brasil., homens que, fazendo profissão de fé , vivem inteiramente esquecidos da caridade infusa pelo Espirito Santo nos nossos corações e sentidos ,que reduzem a cativeiro , vendem como escravos
SAUDOSO CACIQUE JOSÉ BERNADINO BARBOSA E O EX-PRESIDENTE LULA EM VISITA  DO ENTÃO PRESIDENTE A BUÍQUE E AOS ÍNDIOS KAPINAWÁ